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Pequim: aeronave colide com maior arranha-céu da capital chinesa

João Oliveira
26 de junho de 2026 às 14:36
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Pequim: aeronave colide com maior arranha-céu da capital chinesa
Divulgação / DayNews
© visegrad24/ X (antigo Twitter)

Citic Tower, de 109 andares, foi atingida nesta sexta-feira (26); causas ainda são desconhecidas

O incidente

 

Nesta sexta-feira (26), uma pequena aeronave colidiu com o Citic Tower, também conhecido como China Zun, o maior arranha-céu de Pequim, localizado no distrito financeiro de Chaoyang. A queda de destroços provocou pânico nas ruas e levou à evacuação imediata de pessoas que estavam nas proximidades.

Segundo o jornal South China Morning Post (SCMP), ainda não há informações oficiais sobre o número de vítimas ou sobre quantas pessoas estavam a bordo da aeronave. As causas da colisão também permanecem desconhecidas.

Imagens e relatos

Diversas imagens divulgadas nas redes sociais mostram o prédio de 109 andares atingido. O The New York Times (NYT) relatou que um dos vídeos mostra o que parece ser a parte traseira da aeronave despencando por dezenas de andares.

Uma testemunha retirada do edifício contou ao SCMP: “Saí sem o meu cartão de identificação e sem a minha mala”, relatou a mulher identificada como Lin. Outro morador disse ter ouvido um forte estrondo por volta das 17h40 locais (06h40 em Brasília), mas não conseguiu visualizar a colisão.

Reação das autoridades

O NYT destacou a forte presença policial nas ruas e o bloqueio do trânsito na região. Até o momento, as autoridades chinesas não divulgaram informações sobre vítimas nem apresentaram uma versão oficial sobre as circunstâncias do acidente.

Não se sabe se a aeronave realizava voo privado, comercial ou de outro tipo, tampouco se a colisão foi causada por falha mecânica, perda de controle ou outro fator.

O edifício atingido

China Zun, inaugurado em 2018, tem 528 metros de altura e domina a linha do horizonte da capital chinesa. Em 2021, o governo da China proibiu a construção de novos arranha-céus com mais de 500 metros e passou a limitar de forma rigorosa edifícios acima de 250 metros, por questões de segurança estrutural e dificuldades de ocupação.

Desde 1º de maio, Pequim também proibiu o uso de drones sem autorização oficial, medida que reforça o controle sobre o espaço aéreo urbano.