Onde vão debitar o chapéu ?

Dentre os folclores envolvendo trabalhadores externos na área de vendas, existe um que pode servir de exemplo para a possível situação de recomposição de tributos a ser vivida  pelo Brasil.

A lorota é a seguinte: Um vendedor foi contratado para realizar vendas  porta -a- porta em uma cidade no interior do Brasil. Como o sol estava muito quente e um calor fustigante, o dedicado representante resolveu se proteger. Foi à um armazém e comprou um chapéu. Como acreditava ser o chapéu, uma “ferramenta de trabalho” debitou o seu valor no relatório de despesas da representada.

O diretor financeiro ao conferir as despesas da viagem ” glosou ” o valor debitado pela compra do chapéu, alegando ser o mesmo ” peça estranha ” no conjunto das despesas de viagem. Devolveu o relatório e os comprovantes para que fosse feita a adequação.

Dias depois, esse mesmo diretor recebe o relatório com o mesmo valor do anterior, mas sem a nota do chapéu. Liga para o representante e pergunta porque o valor é idêntico ao anterior se a nota do chapéu não constava na relação. Recebeu como resposta: Foi esse o meu gasto.

Assim poderá acontecer com essa medida de redução do diesel. Abaixa aqui e suspende lá. Como o chapéu, não aparece mais está lá.

 

Por Jeverson Missias – Da Redação

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