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Morte de Nara levanta debate sobre as causas do câncer de estômago

A digital influencer descobriu a doença em 2017 e nos últimos três meses esteve internada no Hospital Nove de Julho, em São Paulo

morte da blogueira e modelo Nara Almeida aos 24 anos, nesta segunda-feira (21), levantou o debate sobre o que leva a pessoa a ter um câncer de estômago e a importância dos hábitos saudáveis.

Também conhecido como câncer gástrico, os tumores do estômago aparecem em terceiro lugar na incidência entre homens e em quinto entre as mulheres. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA) são diagnosticados mais de 20 mil novos casos de câncer gástrico por ano.

Causas

Não se sabe ao certo o que causa o câncer de estômago, mas sabe-se que há uma forte correlação entre a infecção pelo H. pilory, uma dieta rica em sal e em alimentos defumados e em conserva e o desenvolvimento de câncer gástrico.

Diagnóstico precoce

Por apresentar muitos sintomas inespecíficos, comuns a outras doenças, por vezes, o paciente demora a buscar apoio especializado. Entre os sinais do câncer de estômago estão perda de peso, cansaço, falta de apetite, náuseas e vômitos, sensação de má digestão, azia e desconforto abdominal persistente, sangramentos gástricos (mais incomuns), sangue nas fezes, fezes escuras, pastosas e com odor muito forte (indicativo da presença de sangue oculto).

Tipos

O câncer de estômago se apresenta, geralmente, em três tipos distintos: adenocarcinoma (correspondente a 95% dos casos), linfoma (3% dos casos) e leiomiossarcoma (2%).

Adenocarcinomas são um tipo maligno de tumor que acometem células secretoras e que podem acontecer em qualquer parte do corpo. Já os linfomas são um tipo específico de tumor que afeta células do sistema linfático. Um leiomiossarcoma, por sua vez, é um tipo de tumor que afeta os tecidos que dão origem aos ossos e músculos do corpo.

Tratamento

O tratamento do câncer de estômago é tratado da mesma forma que os outros tipos de câncer, ou seja, com radioterapia, quimioterapia, e em alguns casos a cirurgia para remover parte do estômago ou a todo, de acordo com a gravidade e, depende do tamanho, da localização e do estado geral da pessoa.

O câncer de estômago tem cura, porém tem maiores chances de cura quando é diagnosticado no início da doença. Apesar disso, em alguns casos, existe sempre a possibilidade de metástase para o fígado, pâncreas e outras regiões do corpo próximas.

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