Mato Grosso – Um Estado grande com gente ainda pensando pequeno.

Nada contra Vuolo, mas a celeuma criada por conta de um título dado a grandiosidade do empreendimento Ferrovia está ficando ridículo. Para! Temos Ferrovia, olhem o tamanho disso.

Quanta energia, tempo, espaços e declarações dadas a um fato tão menor frente a grandiosidade do evento que nos coloca a frente de tanta coisa. Já deu né?

O maior interessado, dono e detentor de todos os riscos, dinheiro investido e trabalho duro pela frente, está sendo crucificado por talvez um erro ou detalhe que tenha passado batido, no caso, a RUMO Logística.

Quem deveria estar tendo tapete vermelho estendido por seus caminhos, passou a ser tratado como bandidos por conta de um detalhe completamente mutável com uma canetada e de forma mais do que simples.

Raivosos acusam a empresa de ter uma concessão por 45 anos renováveis como se isso fosse um absurdo. Estão insatisfeitos? Vão lá e façam o investimento então, fácil não deve ser, se não, poderosos da grana preta de MT, já teriam feito.

Tantas autoridades nessa defesa que deve ser resolvida com um único telefonema de Mendes. Façam-nos o favor, tem muita coisa para se preocuparem infinitamente mais importante para nosso futuro.

Essa volúpia revoltosa deve ser gasta com um problema que se avizinha, e que devia preocupar suas excelências, que é a falta de mão de obra que está fazendo um estrago nas ações empresárias aqui no Estado.

Uma autoridade de alta estirpe assustou-me com dados que evidenciam este problema, que vem crescendo acintosamente.

Precisamos urgentemente de medidas que formem mão de obra, atendam as inúmeras vagas de trabalho que estão sendo solicitadas e criem mecanismos que atendam esta demanda que pode nos atrapalhar logo ali na frente. A coisa é muito séria.

Muito bem colocado pela antenada autoridade, cursos que não acrescentam aos segmentos necessitados dessa força de trabalho, devem ser repensados por estudantes, país de alunos, gestores universitários e centros de formação. Somos do agronegócio e assim sendo, precisamos de profissionais para este campo.

Medidas, devem ser discutidas, tomadas e agilizadas de forma urgente para que não assistamos um caos anunciado, que está passando desapercebido por maiorias que podem não ter tempo para chorar o leite que está para derramar.

Já superado o caso nome de ferrovia, sugerimos que todos se debrucem sobre o tema e pensem e repensem nessa solução que tem caráter imediato.

Mato Grosso não pode parar nobres e poderosos senhores.

Se liguem!