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3 Comments

  1. 1

    Cristiana Santos

    Artigo esclarecedor, parabéns por retratar com tanta clareza a atual situação da Agência, o isolanento no qual estão sendo colocados os Analistas, retirando-os da participação e discussão do futuro da AGER. E tambem por ressalvar a importância de uma Ouvidoria na Agência Reguladora. A Ouvidoria talvez seja o que há de mais inovador no modelo das Agências Reguladores, porque permite a solução de conflitos entre os atores envolvidos no cenário regulado, desempenhando uma função quase-judicial, seja por meio da mediação, seja pela declaração de quem tem razão no conflito instalado, fixando obrigações.

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  2. 2

    Rosanne

    Parabéns ao presidente da Associação dos servidores efetivos da AGER – Asager, que defende brilhantemente a categoria dos Analistas Reguladores (esquecidos pelos vários Governos) e a Agência Reguladora, principal órgão do Estado de MT e q praticamente nunca foi devidamente estruturada por nenhum Governo e hoje tem o menor número de efetivos próprios do Estado. E para piorar o governo anterior indicou um gestor totalmente despreparado para ser Presidente da AGER. Essa criatura não conseguiria nem administrar uma turma do Jardim de infância. Os Analistas Reguladores que estão a mais de década na AGER mereciam um troféu e deveriam fazer parte dos Vingadores pq são realmente heróis pois ainda conseguem manter a AGER de pé respeitando os usuários-cidadãos. Esperamos q o governo Mauro Mendes olhe para a AGER.

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  3. 3

    Indignado

    Parabéns James pelo esclarecimento e defesa da categoria dos Analistas Reguladores. Não nos ouvir em assuntos regulatórios, é um tiro no pé, vide licitação do transporte rodoviário, onde fomos jogados para escanteio e o estado recebeu um projeto desastroso. Fazer auditoria e privar da nossa opinião, é suicídio, parabéns ao TCE que primeiro ouviu a Ager, e concordaram com o nosso ponto de vista. Já a Cge, poxa, nada de nós ouvir??? Como pode o estado em 2012 afirmar que a tarifa do mercado 1 categoria básica era inexequível uma proposta de 0,122 reais por km e em 2018 vir a Cge e afirmar que 0,09 reais por km a empresa terá numa tir de 10%? A empresa é obrigada aceitar essa redução levando em conta a lei 8666/93? Como pode a cge em uma parte do relatório corrigir o cálculo do item de consumo de pneus e não corrigir da recapagem? Pior ainda, deixar essa correção no vácuo, ou seja , só demostrar o cálculo, mas efetivamente não corrigir na planilha tarifária reequilibrada e consequentemente no fluxo de caixa reequilibrado?? E o cúmulo de tudo isso é que o presidente recebeu este estudo a quase um mês e até o momento não despachou pra nenhum setor técnico para emitir parecer. Desastre total de referendar o que a cge fez.

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