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Terminal de ônibus de Várzea Grande terá banheiros químicos para atender população

Serviços Públicos interdita banheiros do terminal André Maggi e reforça fiscalização A Gestão do terminal André Maggi é de responsabilidade do concessionário do transporte coletivo. Qualidade dos serviços e horário dos ônibus terão fiscalização redobrada.

A Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana interditou os banheiros do Terminal André Maggi e recomendou a empresa União Transporte que é detentora legal da exploração dos serviços de transporte coletivo na cidade e do referido terminal que seja trocada e empresa que faz a manutenção e limpeza dos espaços.

Fora isto, um reforço na fiscalização quanto aos horários dos ônibus, seus itinerários e qualidade no atendimento serão exigidos para atender a demanda e sanar as reclamações apresentadas pelos usuários.

Enquanto perdurar as obras de reforma dos banheiros, serão colocados banheiros químicos para atender a demanda da população.

“A gestão do Terminal André Maggi é de responsabilidade da empresa. Agora é preciso que as pessoas compreendam que o referido local foi planejado e concebido no início dos anos 2000 para atender uma demanda de 20 mil passageiros, e estão passando por ali, mais de 80 mil passageiros/dia, portanto, sem novas obras e investimentos dificilmente se conseguirá resolver os problemas”, disse o titular da pasta, Breno Gomes.

Ele ponderou ainda que a empresa será notificada a cumprir com o que preceitua o contrato de exploração do sistema de transporte público de passageiros em Várzea Grande.

Breno Gomes lembrou que o Terminal André Maggi faz parte de um sistema que deveria funcionar em comum acordo com o Veículo Leve sobre Trilhos – VLT que está paralisado desde 2014 por decisão do Governo do Estado e sem previsão de ser retomado.

“O Terminal André Maggi deveria estar desde 2014 funcionando junto a Estação do VLT no Aeroporto Marechal Rondon, por isso, todas as possíveis e necessárias obras deixaram de ser executadas. Como o assunto acabou judicializado ficou uma lacuna que exige do Poder Público Municipal a tomada de decisão que impõe gasto do dinheiro público, mas respeitando a lei”, explicou o secretário Breno Gomes, apontando que o maior problema é a demanda que é muito maior que a capacidade de atendimento a população.

O titular da pasta assinalou que a questão do transporte coletivo em Várzea Grande também está judicializado em recente decisão determinou a manutenção do atual contrato que foi licitado nos anos 2000. “Nós respeitamos a decisão judicial e vamos cumprir nosso papel de fiscalizar e exigir da empresa concessionária a prestação de serviço de qualidade e que atenda a demanda”.

 

Com informações da Secom|VG