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© REUTERS/Pilar Olivares Cartaz com foto da vereadora Marielle Franco é colocado em protesto no Rio de Janeiro

Carro suspeito de ter sido usado em morte de Marielle é apreendido em Minas

A Polícia Civil de Minas Gerais apreendeu na noite deste sábado, 17, em Ubá, Zona da Mata mineira, um veículo suspeito de ter sido usado no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), do Rio de Janeiro, na última quarta-feira.

Segundo a polícia mineira, a apreensão foi feita após denúncia anônima. As equipes do Rio de Janeiro que investigam o assassinato da parlamentar foram acionadas. Um grupo de investigadores seguiu para a cidade mineira.

Ainda segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, uma perícia será realizada para comprovar que o carro localizado na cidade da Zona da Mata seja realmente o utilizado no crime.

Segundo as primeiras informações sobre a morte da parlamentar, dois carros de cor prata perseguiram o veículo em que estava a vereadora. O motorista do carro, Anderson Gomes, também foi morto no atentado.

As informações têm como base imagens conseguidas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro de câmeras ao longo da avenida Salvador de Sá, às 21h12.

Marielle e o motorista foram mortos a tiros dentro do carro em que estavam por volta das 21h30 da quarta-feira na Rua Joaquim Paralhes, no Estácio. Uma assessora da vereadora que também estava no veículo foi atingida por estilhaços, recebeu atendimento médico e foi liberada.

 A assessora da vereadora Marielle Franco  (PSOL), que sobreviveu ao ataque de criminosos que matou Marielle e o motorista Anderson Gomes, na última quarta-feira, 14, deixou o Estado do Rio no fim desta semana para se proteger. O destino da assessora não foi divulgado, por questão de segurança.Ela está sob acompanhamento psicológico, segundo correligionários.

A assessora estava à esquerda de Marielle, no banco traseiro do carro, e escapou dos tiros porque eles foram disparados na diagonal – por isso atingiram também o motorista. Atingida por estilhaços, ela recebeu atendimento médico e, ainda na madrugada de quinta-feira, 15, prestou depoimento à Delegacia de Homicídios do Rio, que investiga o caso. Contou que não percebeu que o carro em que estava era seguido nem viu nenhum suspeito.
Com Informações do Estado de São Paulo