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O ex-secretário de Estado, Paulo Taques

Paulo Taques é liberado pelo conselho de justiça militar de prestar depoimento

O ex-secretário da Casa Civil, Paulo Taques foi dispensado de prestar depoimento por decisão do Conselho de Sentença da Justiça Militar de Cuiabá. A oitiva ocorreria na manhã desta sexta-feira (2), na 11ª Vara Militar de Cuiabá, referente à ação penal que está investigando crimes contra policiais militares no esquema de escutas clandestinas que operou no Estado de MT. Que ficou popularmente conhecida como “grampolândia pantaneira”.

Taques foi arrolado como testemunha no processo. Sendo os réus do esquema; coronel Zaqueu Barbosa, o ex-comandante da Polícia Militar, Evandro Alexandre Lesco, ex-chefe da Casa Militar e o ex-adjunto Ronelson Barros; também o coronel Januário Batista e por último o cabo Gérson Correa Júnior. Dos citados, apenas Gérson está preso.

O motivo da dispensa de Paulo Taques pelo conselho foi acatado devido ao fato dele advogar para outros réus dos grampos no inquérito que tramita no Superior Tribunal de Justiça (STJ), como o governador de Mato grosso Pedro Taques (PSDB) e Airton Siqueira, ex-secretário.

Na audiência, era esperada ainda, a aparição do Governador do Estado, Pedro Taques (PSDB), que foi arrolado como testemunha de defesa do cabo Gérson Corrêa Júnior, um dos réus citados no processo da operação. Contudo, Taques poderá escolher entre os dias 9, 12 ou 16 deste mês para ser ouvido.

A ação investiga a organização criminosa no esquema de grampos telefônicos ilegais, por meio da “barriga de aluguel”, onde números de telefone de pessoas sem conexão com uma investigação são inseridos em um pedido judicial de quebra de sigilo telefônico.

 

Por Karen Silva, da redação.