Vamos ajudar a Erika. Faça sua parte, doe.

Erika Silva, atualmente mora em Chapadão do Sul (MS), onde trabalha como repórter do Portal Jovemsulnews, é casada e tem uma filhinha de um ano e meio.

Durante os meses de Novembro e Dezembro de 2017, passou por algumas internações no Hospital Regional de Presidente Prudente (SP) e também na Santa Casa, na mesma cidade. Lá, após uma série de exames, foram descobertos dois tumores, identificados como Paraganglioma Carotídeo Bilateral.

Os paragangliomas são tumores de incidência bastante rara, que podem se desenvolver nos paragânglios, tecidos que fazem parte do Sistema Nervoso Autônomo, presente em diversas partes do corpo, como cabeça, pescoço, tórax e abdômen. A maioria dos paragangliomas é benigna, mas tendem a ter um crescimento progressivo. Em poucos casos, porém, os tumores podem ser malignos, caracterizados pela ocorrência de metástase.

No caso dela, os tumores são benignos, mas estão crescendo rapidamente e necessitam de intervenção cirúrgica o mais rápido possível. Ocorre que ela esta com dois, um de cada lado do pescoço, o que a torna portadora de um caso um tanto incomum. No Brasil há poucos registros de casos semelhantes.

problema

Nos hospitais onde foi atendida, conseguiu fazer todos os exames gratuitamente, pelo SUS e, por enquanto, graças a Deus, não precisou de nenhuma medicação dispendiosa.

Entretanto há um impasse, que se deu a partir do diagnóstico. Os paragangliomas estão alojados ao lado das carótidas, artérias responsáveis por levar sangue rico em oxigênio para o cérebro. Outro agravante é que na região do pescoço, estão outros importantes vasos, artérias e nervos, o que torna a cirurgia para remoção bastante delicada. É necessária uma equipe multidisciplinar composta por cirurgião de cabeça e pescoço, cirurgião especialista em cirurgia de base de crânio, neurocirurgião, microcirurgião e um cirurgião buco-maxilo, especialista em mandíbulas.

Além disso, é preciso que o hospital tenha uma boa estrutura de centro cirúrgico e UTI para a realização do procedimento que é considerado de grande porte e longa duração.

Começou assim então a busca para encontrar um hospital, na rede pública, que aceitasse o caso. Porém, até o momento, não conseguirão resposta positiva de nenhum. O retorno que receberão sempre é de que eles não têm todos os profissionais ou a estrutura necessária.

Uma luz

Após muito tentar encontrar hospital, médico e centro cirúrgico adequados, foi indicado um médico cirurgião de cabeça e pescoço da cidade de Campo Grande (MS). Após avaliar o caso e verificar a estrutura necessária, ele se dispôs a realizar a cirurgia, no Hospital da UNIMED, que atende aos quesitos necessários para a realização da cirurgia que poderá durar de 10 a 12 horas.

Serão duas cirurgias: primeiro será operado o lado esquerdo, onde o Paraganglioma mede cerca de 6 cm e compromete o nervo Vago, que pode afetar a fala e a deglutição. Após a recuperação, será operado o lado direito, onde o tumor mede cerca de 7 cm, está mais próximo da base do crânio e compromete parte do nervo Hipoglosso (nervo da língua).

Custo

Por não conseguirmos vaga na rede pública e dada a urgência da retirada dos tumores, as duas cirurgias serão pagas. A estimativa do médico é de que as duas cirurgias mais as diárias hospitalares, UTI e medicações, podem ficar em torno de 91.250 mil reais. Só saberemos o valor exato após a realização dos procedimentos e término da internação, porque a necessidade de permanecer em uma UTI pode variar o valor dos custos.

Como ela não tem este recurso a solução foi lançar mão de campanhas, promoções, doações e empréstimos para pagar as intervenções.

A família lançou mão da “Vakinha Online” para que as pessoas que quiserem, possam ajuda-la.

O pouco que cada um pode dar se torna muito na somatória final. É fácil, rápido e seguro. Acesse o link abaixo e faça sua doação.