A triste história da MT 240

A interligação dos municípios do chamado médio norte de Mato Grosso foi um sonho acalentado por centenas de anos. Estradas foram construídas, algumas pavimentadas outras implantadas, permitindo elos entre essas cidades. Algumas dessas estradas receberam  pavimentação asfáltica.

A formatação da economia regional, saindo do extrativismo mineral ou seja garimpo de diamantes para pecuária extensiva alavacou e gerou maior movimentação de veículos. Com isso o sistema viário, projetado para receber tráfego de automóveis de pequeno porte e caminhões com tonelagem bruta de 15 toneladas.

A realidade dos últimos 30 anos pra cá é outra. Caminhonetes e carretas com tonelagens altíssimas circulam nessas estradas. O resultado é a intrafegabilidade nos períodos de chuva. Assim vem sendo a tônica do sofrimento dos usuários destas rodovias. E a MT 240 é manchete negativa todos os anos. A história se repete.

O Presidente da assembleia legislativa, deputado Eduardo Botelho, acompanhado pelo deputado federal Fábio Garcia teve a oportunidade de verificar in loco o estado precário da MT 240. “Estamos andando nessa rodovia e vendo a difícil situação. Já há um projeto para refazer o asfalto nesse trecho de Diamantino a Nortelândia a partir de abril. Mas estamos em contato com o secretário de obras para que seja feita a operação tapa-buraco, para amenizar a situação e dar mais segurança aos usuários dessa rodovia até o início da obra”, esclareceu o presidente, que já residiu na região.

Segundo informações de usuários, para se percorrer o trecho de cerca de 64 kms entre Arenápolis a Diamantino leva se mais de 02 (duas) horas.