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Casa Cuiabana exibe manifestações culturais em evento nesta sexta-feira (25)

Nesta sexta-feira (25) a Casa Cuiabana se reafirma como espaço de aprendizado e palco das mais diversas manifestações populares de artistas cuiabanos. São 17 apresentações que revelam farta produção nas mais diversas linguagens, tais quais música, dança, artes visuais, teatro e intervenções. A programação do “A Arte É Nossa Casa” começa às 19h e segue até as 22horas, com entrada gratuita.

A pluralidade da noite está traduzida nos mais diversos estilos das danças apresentadas. A identidade cultural do país será representada por tradicionais grupos da cidade que se dedicam a preservar a ancestralidade afro-brasileira. O grupo Quilombo Angola dá início à noite com apresentação de capoeira da Angola. E logo, a Cia Ayoluwa revela a força da dança afro com o espetáculo “Palavra da Alma”.  A cantora Gê Lacerda também participa com o “Negra Flor”.

Em outra vertente, o grupo Halawi, criado a partir dos cursos de dança oferecidos pela Casa Cuiabana, apresenta a dança do ventre com taças e a dança egípcia. Outro grupo originado a partir das aulas de dança gratuitas ofertadas no espaço, o Cigatas, traz a beleza da fusão árabe-flamenco e a “fusion gipsy dance”. Já a bailarina Wânia Ormond revela ao público os encantos da dança cigana com o ato “fusion tribal”.

Apresentando atos de dança contemporânea, entram em cena, Giulliano Silvero com “Lua Bonita” e o Grupo de Artes Variações, com “Sentidos”. A performance segue noite adentro com a inusitada tríade formada pelo poeta Márcio Mendes, a dançarina Léa Baracat e o percussionista Mário Ogan com “Tuiuiú do Pantanal”.

As artes cênicas seguem muito bem representadas pelo Coletivo Spectrolab. Raquel Mutzenberg apresenta sua instigante intervenção, Maiêutica, enquanto também circulam pelo espaço durante todo evento, a Índia Ró, por Juliana Graziela e Epifânia, em um intervenção de Millena Machado.

Os Voluntários da Alegria também estarão presentes com o ato “Irmão Pobre, Irmã Rica”. Para enfatizar o caráter plural do evento, tem ainda o professor Ney Ramos exaltando a MPB.

As Artes Visuais também têm espaço cativo na programação. Professor da Casa Cuiabana e grande expoente do segmento em Mato Grosso, Benedito Nunes realiza intervenção com mais seis entusiastas dos pinceis: Patrícia Wolff, Margareth Marinho, Gilda Portella, Cida Silva, Rodolfo Carli e Maria Auxiliadora.

Assim como a Casa Cuiabana, outro importante equipamento da Secretaria de Estado de Cultura, integra o “A Arte é Nossa Casa”. A Biblioteca Itinerante Estevão de Mendonça estará presente com o estande de literatura afro. Reforça-se desta maneira, as iniciativas que inserem a Casa Cuiabana entre as atividades da cidade que celebram o mês da Consciência Negra.

Fonte: Governo do Estado de Mato Grosso